Zé Ronaldo critica Rui Costa e diz que é “desumano” deixar servidores sem aumento

Voz de Feira

Terceiro entrevistado do Varela Notícias na série de entrevistas com os pré-candidatos ao governo do Estado, o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM), falou sobre segurança pública, saúde, esporte e vários outros assuntos.

é Ronaldo disse, por exemplo, que terá um comportamento diferente com os servidores públicos.

“Os servidores estão há cinco anos sem aumento de salário. Isso é justo? As pessoas dizem que estão ganhando menos que um salário mínimo. Isso é desumano, não é justo”, disse, questionado pelo VN sobre a postura da Prefeitura de Salvador, que também deixa os servidores sem aumento.

“Eu estou sendo candidato a governo do estado da Bahia e eu dou um exemplo de prefeito. Nunca deixei de dar a correção de salário do servidor público, de todas as categorias. Nunca deixei de dar. Sempre corrigi todos os anos”, acrescentou.

Sobre a última pesquisa, que o colocou com 9% das intenções de voto, Zé Ronaldo falou que deve crescer nos próximos levantamentos.

“Recebi como natural. Estou enfrentando um governador que é candidato a reeleição desde que entrou no governo. Pesquisa é momento. 21% dos eleitores não sabem que sou candidato com apoio de ACM Neto. Isso é falta de conhecimento e essas entrevistas, por exemplo, dão oportunidade das pessoas me conhecerem”.

O ex-prefeito de Feira de Santana afirmou que teria uma postura diferente da de Rui no caso da greve de caminhoneiros.

“O ICMS da Bahia é um dos mais caros do Brasil. O atual governador aumentou a carga tributária para esses combustíveis. Isso foi uma decisão do atual governador da Bahia. Ele aumentou imposto dos combustíveis. Ele não demonstrou nenhuma sensibilidade à crise dos caminhoneiros. Ele foi insensível naquele momento. Eu, no lugar dele, não teria aumentado a alíquota”, pontuou.

Além disso, Zé Ronaldo relembrou a época em que tinha uma boa relação com Rui Costa, quando ainda era prefeito de Feira.

“Um governador e um prefeito têm a obrigação institucional de conviver com civilidade. A eleição é a eleição. Depois disso, temos a obrigação de sermos cordiais um com o outro, lutar em parceria para ajudar a cidade. Infelizmente em nosso país isso ainda não acontece como deveria acontecer”, completou.

Confira a entrevista completa:

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