PSOL de Feira de Santana quer ser popular com força alheia!

Por Cloves Pedreira

Quando surgiram grupos contrários ao projeto BRT/Centro, que acreditam na mobilização popular alertando para o perigo eminente em curso que culminaria no maior crime ambiental e contra a nossa história arquitetado pelo prefeito José Ronaldo, o pessoal do Feira em Movimento formado na sua grande maioria por filiados do PSOL foram contra, motivados por um sentimento mesquinho e vaidoso de não da espaço a outros movimentos que superasse-os quanto a melhor e mais eficaz ação.

Esta atitude contribuiu de forma efetiva para que José Ronaldo conseguisse o seu maléfico intento, e mesmo com diversas ações na justiça, ainda assim, José Ronaldo de forma ditatorial impôs, e a sociedade vem aceitando pacificamente a destruição de nossas mais belas avenidas.

O Movimento Atitude Popular Pela Preservação da Vida, grupo que também acredita na mobilização popular pela proteção ao meio ambiente e preservação de nossa história, buscou até esgotar todos os esforços, a unificação de todos os movimentos, proposta esta rejeitada pelo Feira em Movimento.

Logo no primeiro dia do início das obras na Avenida Maria Quitéria, num sábado, transeuntes perceberam que árvores estavam sendo derrubadas. Um grupo de pessoas se dirigiu para o local e ocuparam-no.

Um fato bem comentado foi uma áspera agressão de Jhonatas Monteiro PSOL contra o seu advogado Sizino Oliveira por ocasião de uma negociação entre o advogado Sizino e Mauro Moraes sobre a permanência dos ocupantes do espaço público.

Após as negociações, ainda no local, o Jhonatas Monteiro foi excessivamente indelicado com o seu advogado que segundo o próprio profissional não lhe cobrava pelos serviços advocatícios, chamando-o “puxa saco”, pois ele, o Jhonatas queria que o advogado fosse grosseiro com Mauro Moraes, inclusive, ex-professor do advogado Sizino.

Profundamente decepcionado, o advogado Sizino Oliveira externou toda sua indignação numa nota publicada nas redes sociais revelando até alguns comportamentos já conhecido, de centralizador e de que na verdade nunca foi do interesse do Jhonatas incluir as árvores  nas pautas de discussões  relacionados ao BRT.

Não sei se durante a ocupação o Jhonatas compareceu para cooperar, apoiar aqueles que ali resistiram bravamente.

Nem mesmo no dia em que a guarda municipal e milicianos armados invadiram a ocupação e agrediram aqueles jovens, o Jhonatas, o Cléo Emídio se fez presente, assim como o José Carneiro que imana ser o cérebro privilegiado, mas serve como principal articulador do PSOL a mando de Jhonatas para travar as ações mais incisivas contra o administração municipal.

O grupo reconhecido como a Resistência, é o Movimento Unificado Contra o BRT, aqueles que ficaram quase 60 dias sendo perseguidos, injuriados por integrantes do Feira em Movimento que tentaram criminaliza-los, tiraram-lhes o pão. A Resistência é a professora Marlede que fornecia alimento com seus próprios recursos e esteve sempre presente em todos os instantes, e mais alguns que não desejam ser identificados.

Agora, quando o prefeito extermina dezenas de árvores, surge uma “AÇÃO DO PSOL”, que pretende passar para o povo que PSOLISTAS são os defensores do meio ambiente, quando nunca defenderam esta linha!

 

 

 

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