O Executivo feirense investe pela ruptura do Grupo dos Aliados. Há comentários nos bastidores, que os interlocutores seriam; Justiniano França e Marcos Lima. No apoio, Evaldo Martins.

Por Cloves Pedreira

Percebendo que o sapato começa a apertar no pé, o prefeito de Feira Colbert Filho, seu irmão Evaldo Martin e o ex-prefeito Zé Ronaldo, estão se mobilizando para desagregar o Grupo dos Aliados, que é formado por dez vereadores liderado pelo Presidente da Câmara Vereador Fernando Torres, e coube a execução dos planos para a viabilização do DESMONTE do Grupo dos Onze, a Justiniano França e Marcos Lima, homens de extrema confiança de Zé Ronaldo

Porque dissolver o grupo, qual a finalidade destas investidas? Respondendo; é que, com a decisão de afrontar o Legislativo, ele, o prefeito Colbert Filho, deve ter percebido logo após a aprovação da LDO, , que calculou mal sua estratégia de entrar em rota de colisão com a Câmara Municipal, (tática combinada com o ex-prefeito?), já que desalinhado com o Legislativo, e com emendas inerida na LDO em relação ao Projeto de Lei inicial, a gestão municipal passa a ter menos poder, condicionada inclusive, ao crivo da Casa Legislativa

Porque dissolver o grupo, qual a finalidade destas investidas? Respondendo; é que, com a decisão de afrontar o Legislativo, ele, o prefeito Colbert Filho, deve ter percebido logo após a aprovação da LDO, , que calculou mal sua estratégia de entrar em rota de colisão com a Câmara Municipal, tática combinada com o ex-prefeito,, já que desalinhado com o Legislativo, com emendas na LDO, a gestão passa a ter menos poder, e as suas ações daqui por diante, passarão por averiguações e indagações, nada será tocado da forma obscura, e que por muitas vezes com gastos indevidos denotando ganhos a determinados seguimentos, em detrimento do povo que vive na miséria extrema, não apenas pela falta de cestas básicas, mas também por falta de mais saúde, educação, segurança e políticas públicas. Agora tudo mudou e eles terão a obrigação das prestações de contas detalhadamente mesmo antes de iniciá-las.

Desalinhado com o Legislativo, o tiro de Colbert saiu pela culatra, e chamuscou a cara do grupo inteiro de José Ronaldo, já que a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentária, aprovada pelo grupo dos onze vereadores, somado aos votos da oposição, e anexada emendas ao projeto inicial, aperfeiçoado, a gestão municipal de hoje, e as futuras, passarão a ter menos poder, submetendo-a inclusive ao crivo da Câmara Municipal, que determina avanços importantes para a sociedade em todos os níveis, impõe a obrigação transparente de governar com mais transparência, lisura e justiça social, entendendo que o erário é público e não deles.

Mas o pior está por vir, o mais complexo para a atual administração pública municipal, é que no final deste ano, as contas do prefeito passará por votação na Câmara, e haja visto, existe indícios de uma série de irregularidades.

Diante destas assertivas, conclui-se que aos poucos, o Executivo está tecendo corda para o seu enforcamento político em Feira de Santana.

É certo que o Grupo dos Aliados não mudarão de lado, é certo que este Grupo liderado por Fernando Torres, que em seis meses já realizou o que em vinte anos não fora feito, não trairão o povo, e se manterão firmes, honrados inovando e aperfeiçoando os debates Legislativo de forma a aperfeiçoar e colocar Feira na rota do desenvolvimento econômico, político e social, e cravarem seus nomes na História da Princesa do Sertão, como homens e mulheres que honraram seus mandatos e não traíram o povo.

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