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Moura Pinho invade o plenário da Câmara e foge da CPI. O procurador contou com o apoio do truculento edil Zezito Correia, que hoje envergonha o parlamento feirense.

Por Cloves Pedreira

O procurador geral do município, Carlos Alberto Moura Pinho, seria ouvido nesta terça-feira 29 na oitiva da CPI que apura indícios de corrupção na Saúde.

Moura Pinho chegou no horário estabelecido pela CPI sentou-se e acompanhado por diversos advogados, aguardava ser chamado, até que em certo momento, como se estivesse surtado, invadiu o plenário e jogou um documento em direção ao presidente da comissão, Paulão do Caldeirão, alí também encontravam-se os demais componentes da Mesa, informando de forma tresloucadamente, que não mais prestaria depoimento, e em seguida retirou-se esbravejante.

O ato grosseiro foi apoiado pelo edil Zezito Correia, que apoiou a invasão, inclusive mandando que o preocurador se dirigisse aos componentes da mesa com palavras imprópria ao parlamento, ofensiva, rude e obscena cabendo a abetura de um processo por falta de decoro parlamentar.

Fica subtendido que Zezito Correia por ser policial militar tem o direito de dirigir-se com tom ameçador, truculento, mal educado, furioso, subestimando as pessoas.

Ele patrocina verdadeira baixaria nas oitivas, e não compreendo o porque dele ainda não ter sido convocado pela Corregedoria da Casa.

Como policial, o vereador deveria comportar-se como tal, honrar a corporação da briosa Políca Militar formada por homens e mulheres educados (a), e não desonrá-la.

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