Liderança, gestão e coragem, somando ao Grupo dos Dez Unidos, mais a oposição, fortalece politicamente Fernando Torres, e torna o Legislativo realmente independente!

Por Cloves Pedreira

Quem acompanhava as sessões da Câmara Municipal de Feira de Santana na legislatura passada, ao final saiam todos entediados, já que grande parte dos vereadores, sempre bajuladores, votavam as matérias de forma a que se prestavam apenas à vontade do Executivo em detrimento da população, hoje, as seções são veementes, vigorosas e abundantes, noto que caso não houvesse um horário regimental para encerramento das sessões, elas entrariam tarde à dentro.

Antes do fechamento da casa, como medida preventivas contra a covid 19, para o público, a galeria ficava completamente lotada, e só esvaziava ao término de cada sessão, isto, motivado pela riqueza no conteúdo político por parte da maioria dos edis.

O Presidente Fernando Torres, tem provado que os seus mandatos passados, e a sua gestão em uma das mais importante secretaria do Governo do Estado, SEDUR – Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia, o credencia como um político corajoso e estratégico, e isto fica evidenciado no seu poder de agregar sendo justo e companheiro com os seus colegas e apoiadores. Fernando transformou o Legislativo feirense exatamente como pede a liturgia do cargo, ele Fernando Torres, expressa o comportamento que se espera de ocupantes de altos postos, em especial nas funções públicas.

Sendo um empresário comprovadamente experiente e muito bem sucedido, nota-se que a sua administração é executada com responsabilidade e profissionalismo, constata-se que em apenas dois meses e meio o Presidente da Câmara economizou mais de DOIS MILHÕES DE REAIS, devolvidos a prefeitura, cortando o que certamente seria o sobejo anteriormente empregado sabe onde pelas gestões passadas.

Coragem pois não teme o Executivo, não se entrega de corpo e alma, votando de qualquer jeito, ou aceitar receber goela a dentro projetos, requerimentos e ofícios que não estejam adequado ao que é preciso aceitar, mas antes provoca o debate, dialogando inclusive muito bem até com a oposição.

Hoje, segunda-feira 15, deu entrada para votação em 1ª Discussão um Projeto de Lei do Executivo, que Institui o Programa de recuperação e estímulo a quitação de débitos fiscais do Município, a fim de que os empresários possam respirar, e pagar de forma parcelada, seus impostos, já que o momento pandêmico tem causado prejuízos

A CCJC , presidida pela Vereadora Eremita Mota, deu parecer contrário a matéria, pois embora não fosse inconstitucional, havia erros redacionais, e o líder do governo vereador Lulinha , disse que isto, estes erros de redação era bobagem e queria convencer seus pares a votar contra o parecer, a partir deste momento os discursos se tornaram ácidos, ai neste instante Fernando Torres chamou para a votação expondo seu parecer discursando na Tribuna, que não seria subserviente ao prefeito indevidamente, e que o projeto seria aprovado, após os ajuste, e desta maneira o Projeto retornará ao Executivo para que sejam feitas as correções necessárias.

O que não se compreende, é quando vemos um edil que após quatro mandatos , querer forçar a aprovação de um projeto com parecer contrário da CCJC.

Lulinha como líder do governo ofusca o brilho das discurses neste momento, devido ao seu jeito descontrolado, ansioso, e sem o poder da persuasão, acredito que o Pedro Américo é mais talhado para a função, assim acontecendo, dar-se-ia uma qualidade politizada com qualidade e dentro das discursos coerentes necessária a um Poder como o Legislativo.

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