Colbert Filho e o vice Fernando de Fabinho, assemelham-se em histórico conturbado, motivado por indícios de corrupção

Por Cloves Pedreira

A nova geração não conhece Fernando de Fabinho, principalmente por ele ter passado uma boa temporada afastado da política.

Em 1995 o Ministério Público Federal, MPF, propôs uma ação penal contra Fernando de Fabinho, acusando-o de desviar a quantia de 113.600,00 referente a uma verba federal destinada a melhorias em residências no Bairro Nossa Senhor do Rosário, ele Fernando chegou a ser condenado a 2 anos e seis meses de cadeia.

“Fica patente que os pagamentos foram feitos à empreiteira sem que houvesse a necessária, indispensável e imprescindível contraprestação da execução dessas obras”, resumiu o procurador-geral da República, Roberto Monteiro Gurgel, opinando pela abertura da ação penal.

O relator do Inquérito 2684, ministro Marco Aurélio, explicou que no caso há referência a repasse de verbas a uma empresa da qual o deputado era sócio. “Em síntese, os fatos narrados na denúncia configuram, se procedentes, o tipo penal comum próprio aos prefeitos”, afirmou.

Em mais um escândalo, no ano de 2009, Fernando de Fabinho esteve envolvido em um mercado paralelo de venda de passagens aéreas da Câmara Federal com descontos que chegavam até 25%.

Outro escândalo envolvendo o nome do ex-prefeito de Santa Bárbara foi sobre em determinada época possui diversos CPFs

Outro fato intrigante é sobre pra onde Fernando de Fabinho destinou todas as suas emendas parlamentares nos últimos 4 anos de seu mandato, de 2006 a 2010 foi mais de 60 milhões de reais. Será que parte deste dinheiro pode ter sido destinados inclusive a outro estado?

Ap 0015034-97.2007.4.01.3300 (2007.33.00.015043-3) / BA (AI 453633020094010000 /BA)Fonte RevistaConsultor Jurídico (publicada em 26 de março de 2010).Diário OficialTribunal Regional Federal da 1ª RegiãoÚltima publicação no TRF-1

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