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CPI da saúde: Ver. Emerson Minho fez Graziele entregar Marcelo Brito. A taca foi tão grande que deu amnésia no secretário. A máscara caiu.

Por Cloves Pedreira

Aos quatros cantos da cidade, inclusve nas emisoras de rádio, sites e blogs o secretário de saúde Marcelo Brito arrotava que fazia questão de ser intimado para depor na CPI da saúde, mas depois da taca que levou hoje do vereador Emerson Minho, duvido que ele não abandone a sua arrogância e prepotência.

Após as inquirições feitas pelo vereador Emerson Minho, Marcelo Brito ficou acometido de amnésia, foi um choque tão grande que ele ficou extremamente, vermelho, deu suadeira, e percebeu-se que seu cérebro entrou no vácuo, ficou absolutamente vazia, ele o secretário, não lembrava de nada.

Equeceu quem o procurou para fazer um contrato para uma consultoria na UPA da Queimadinha, ainda que jantou com o contratante. Esqueceu-se também quem o ajudou para realizar a consultoria, auditoria e as consultas, nem mesmo a ajuda segundo ele dada por apenas um colaborador.

Questionado se apresentou um relatório não sabia informar se o fez, não lembrava de João Carlos, sendo que era o diretor da UPA quando o contrato foi feito e ele, o secretário ia lá direto para realizar a consultoria, auditoria e as consultas.

Afirmou que no período da consultoria, conhecia D. Ivete, e que seria ela quem abonou a contratação, mas em uma oitiva a ex-diretora da UPA Ivete, disse que não foi no período da sua gestão, e ficou comprovado que a negociata que proporcionou um tremendo prezuízo aos cofres público foi na gestão de João Carlos e não na gestão de Ivete que foi acusada levianamente.

Atordoado não lembrava se a empresa mudou ou não a razão social para poder estar habilitada a receber o dinheiro do serviço prestado à UPA, numa suposta consultoria.

A única coisa que Marcelo Brito lembrou-se foi o valor do dinheiro recebido, mais de 200 mil reais.

Na verdade comprovou-se que não teve serviço de consultoria nenhuma.

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