Como extirpar o poder escravocrata religioso, e promover a filosofia cristológica na política partidária!

Cloves Pedreira

Um seguimento poderoso vem se propagando com muita facilidade, espalhando-se como uma grande epidemia, alastrando-se por todo o mundo, e muito eficazmente no Brasil, as religiões, ou denominações religiosas, que escraviza, cega, e oprime espiritualmente, com o objetivo final de construírem impérios, poder por meio da política, e fortunas incalculáveis.

Diante dos resultados obtidos através de inúmeras opções religiosas, atuando na política brasileira, alguém em posse de suas faculdades mentais, e consciência, enxerga que a religião não liberta ou emancipa, e sim que estes experimentos, configura que as religiões, dependendo de suas convicções geradas por falsas doutrinas, oprime e escraviza, em detrimento gradativo, da cristologia distanciando-a do povo, e implantando através de assassinos de almas, travestidos de pastores, conduzem o povo oprimido e injustiçado, aos lobos vorazes que governam o país.

Este poder enraizado nas camadas pobres e miseráveis da sociedade, condenados à miséria, são o alvo principal daqueles que são recrutados e arrolados para seduzir envolver com astúcia, e com promessas de vantagens que nunca são cumpridas, ou com uma ordinária cesta básica, que não acalma a fome nem por um dia.

Preocupante, é que aqueles que possuem as ferramentas para combater esta crueldade carregada de perversidade, horrível e desumana, são despreparados para tal, não conseguem distinguir, enxergar a luz que conduziria a uma solução do problema.

Você que imagina vencer este poder participando dos cultos ou missas, e disponibilizando emendas parlamentares e impositivas, crasso engano, os líderes é quem conduzem os cegos, assim procedendo apenas fortalecerá este poder obscuro e tenebroso.

O caminho está justamente em ações incisivas, organizadas, com conhecimento bíblico filosófico, apresentando o Deus verdadeiro que criou o homem para serem felizes, livres, conhecedores da verdade que liberta. Cristo nunca apontou “pecado”, ou condenou sumariamente, antes falou: “Quem não tem pecado atire a primeira pedra”, ou; “Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo…”, e tantos outros exemplos estão registrados no Livro Sagrado anunciador da vida.

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