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O advogado antiético e o secretário que não lembra de nada

Por Cloves Pedreira

O procurador Moura Pinho, que já conseguiu deixar uma prima sua, Nenca, inelegível e agora está por aí rondando a ficha já suja de COLBERT, não se fez presente na sessão da CPI, mas mandou um “quebra-faca”.

Antes ele mandava um advogado que ia na procuradoria, participava das festas, estava no mural de aniversário, mas não tinha contrato com a PROCURADORIA DO MUNICÍPIO.
Mas, dessa vez, ficou mais sabido, mandou o sonhador na sua vaga, o advogado que costuma defender sempre quem tem culpa no cartório, Guga Legal (nome que ele usou quando teve 532 votos para vereador).

Já na oitiva da terça feira, quando Marcelo Brito foi interrogado, o advogado ficou nervoso, foi antiético com o presidente da comissão Paulão do Caldeirão, fez uma presepada, com medo das perguntas do vereador Emerson Minho e da CPI, mas foi enquadrado pela comissão e teve que se colocar em seu lugarzinho.

O secretário, por sua vez, sofre de amnésia grave, não lembra de nada, não sabe de nada. Mas lembrou do seu operador Luciano Braz, só deu amnésia na hora de dizer aonde ele trabalha e quanto recebe, mas a CPI vai continuar investigando e o relatório vai pra Polícia Federal, com ou sem esperneio do advogado que sonha em ser vereador.

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