Manipulado pela descendência da elite religiosa que crucificou Cristo, liderada por Silas Malafaia, Bolsonaro, pode colocar o Brasil no alvo de ataques sangrentos. Análise Teológica!
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Por Cloves Pedreira

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) assegurou que a embaixada brasileira será transferida para Jerusalém. “Não é questão de ‘se’, é de ‘quando'”,

Esta decisão de Bolsonaro, (por imposição da elite religiosa, ramificação daqueles que  crucificaram Jesus Cristo), interfere perigosamente em uma história de conflitos com mais de 3.000, anos entre o árabe e o judeu.

Em 6 de outubro de 1973 foi a guerra do Yom Kippur, o Dia da Expiação, por quase 3.000 mil anos, um dia solene de arrependimento e jejum entre os judeus, este conflito militar ocorrido de 6 de outubro a 26 de outubro de 1973, foi formada por uma coalizão de estados árabes liderados por Egito e Síria que invadiram Israel numa tentativa de recuperar o território perdido na guerra dos seis dias de 1967 e, talvez, trazer todo o estado judeu debaixo do controle árabe. Esse sangrento esforço já tem custado milhares de vidas e milhões de doláres. Já tem ameaçado desencadear em os EUA e a Russia face a face nos campos de batalha.

Este confronto no Oriente Médio, tem sido uma guerra que tem empregado os sistemas de armamento mais recentes e a mais avançada tecnologia dos super poderes modernos. E ainda é uma guerra com implicações, especialmente antigas.

Mas, o mais antigo mesmo, de acordo com a tradição bíblica, é a inimizade entre o beduino e o hebreu, entre árabe e o judeu. As origens deste conflito sangrento e selvagem estão no começo prematuro registrado na história, nos lombos de Abraão o grande patriarca do “povo da promessa”.

Para que tenhamos um pequeníssimo entendimento desta briga de família a Bíblia registra sobre que  Abraão gerou dois filhos por duas mulheres diferentes. O filho mais velho era Ismael, o pai tradicional das doze nações árabes, o mais moço era Isaque. Foi o filho de Sarah, que mais tarde procriou Jacó cujo nome foi mudado para Israel. Quando Isaque nasceu na idade avançada de Sara, ela ordenou que seu marido despedisse sua concubina, e seu filho Ismael. Quando ele consentiu, nasceu uma amargura que nunca mais morreu, mas, tornou-se vive, latente e recheada de ódio.

É aqui que Bolsonaro, manipulado pela elite religiosa do Brasil, liderado por Silas Malafaia, e Edir Macedo pode colocar o nosso país na mira de futuros ataques sangrentos, e de retaliações econômicas tremendamente nocivo ao nosso povo.

Cloves Pedreira/Teologia/STIBNE E FATIN

 

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